Presidente do PSB não quer partido na neutralidade

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O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, atua internamente na legenda para evitar que o partido opte pela neutralidade nas eleições 2018. Os pessebistas estão sendo assediados pelo PT e pelo ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do PDT ao Palácio do Planalto. "O País está em uma crise política, social e econômica sem precedentes. Aí nós vamos dizer que estamos neutros? Que partido é esse? Eu não reconheceria o PSB se ficasse neutro. Isso não seria PSB, mas uma casa de interesses pessoais. Defendo que partido tenha uma posição. Neutralidade é inaceitável e imperdoável", disse Siqueira. Segundo o dirigente, a decisão será tomada em uma reunião do diretório pessebista marcada para o próximo dia 30. A convenção do PSB será no dia 5 de agosto, no limite do prazo legal. As conversas entre Ciro e o PSB caminhavam para um acordo, mas no último o dia 12 o governador de Pernambuco e vice-presidente nacional do PSB, Paulo Câmara, declarou que apoiará a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, mesmo que o PT tenha candidatura própria ao governo do Estado nas eleições 2018.

Fonte: Estado de Minas

Ciro diminui críticas para atrair centrão

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Nas negociações para atrair o apoio de partidos do Centrão, o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à Presidência nas eleições 2018, suavizou o discurso contra a reforma trabalhista. As concessões ou compromissos de Ciro para o bloco partidário formado por DEM, PP, PRB e Solidariedade também incluem a defesa de privatizações e do rigor fiscal. Em outra frente, o presidenciável promoveu uma ofensiva pelo apoio do PCdoB, que esteve ao lado do PT em todas as eleições presidenciais desde 1989. Em evento na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), em São Paulo, o pré-candidato disse não ser contra a reforma trabalhista, mas “contra essa reforma (proposta pelo governo Temer)”. E justificou o uso da expressão “revogar” usado em outras oportunidades, ao se referir à mesma reforma, como um “cacoete de professor”. Pouco antes das declarações do presidenciável, o economista e ex-secretário da Fazenda do Ceará Mauro Benevides Filho, responsável pelo programa econômico de Ciro, se encontrou em São Paulo com o também economista Cláudio Adilson, ligado ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O encontro, “amarrado” por Maia, tinha como objetivo esclarecer pontos e encontrar convergências entre o programa econômico de Ciro e as propostas do Centrão.

Fonte: Estadão

 

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