Polarização Bolsonaro-Haddad fica mais evidente

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Com o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a oficialização como cabeça da chapa presidencial do PT, Fernando Haddad avançou em todos os segmentos da nova pesquisa Ibope, sobretudo por sua força entre os nordestinos, os mais pobres e menos escolarizados. O ex-prefeito de São Paulo cresceu 17 pontos (de 10% para 27%) entre os eleitores que ganham até 1 salário-mínimo e 18 pontos só no Nordeste, onde lidera com 31%. O petista triplicou seus votos entre os católicos e pretos e pardos. Mesmo sem realizar campanha nas ruas, por se recuperar de um ataque a faca desde 6 de setembro, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) manteve a liderança. Tem 28% frente aos 19% de Haddad na votação geral. O deputado federal foi impulsionado pelos mais ricos, faixa em que cresceu seis pontos e alcançou 41%. Ele tem 38% na Região Sul e ainda subiu sete pontos entre os eleitores com Ensino Superior (de 29% para 36%). O levantamento realizado entre 16 e 18 de setembro do Ibope tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Haddad também ampliou sua votação entre os mais jovens. Na faixa de 16 a 24 anos, o petista subiu de 7% para 18%, enquanto Bolsonaro se manteve com 28%.

Fonte: O Globo

STF absolve Renan Calheiros do crime de peculato

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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade (quatro votos a zero), absolver o senador Renan Calheiros (MDB-AL) da acusação de peculato (apropriação de dinheiro público). Três ministros entenderam que não há provas para condenação do parlamentar: Luiz Edson Fachin, Celso de Mello e Ricardo LewandowskI. O ministro Gilmar Mendes considerou que não houve crime. A ministra Cármen Lúcia, que também integra a Segunda Turma, não participou de sessão. Em nota divulgada após a sessão, Renan disse que o resultado o fez "acreditar na Justiça e seguir em frente". A ação penal foi aberta a partir do caso Mônica Veloso. Em 2007, o senador foi alvo de acusações de que uma empreiteira pagava a pensão da filha que ele teve com a jornalista. Na época, Renan respondeu processo no Conselho de Ética e renunciou à Presidência do Senado. De acordo com denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República em 2013, ao tentar comprovar que tinha recursos para pagar a pensão da filha, Renan prestou informações falsas ao Senado. Ele foi acusado de fraudar um empréstimo de uma locadora de veículos em Maceió (AL) para justificar o dinheiro usado no pagamento da pensão.

Fonte: G1

 

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