Depressão é associada a uso de drogas durante a gravidez

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O uso de maconha, cigarro, álcool e outras drogas durante a gravidez aumenta o risco de complicações graves para mães e filhos. Mesmo assim, nem sempre a mulher consegue ficar longe dessas substâncias durante os nove meses. Pois um novo estudo acaba de apontar uma possível razão para isso: a depressão. O trabalho foi realizado pela Western University, no Canadá, com dados de mais de 25 mil gestantes daquele país. Elas tinham idade média de 29 anos e meio e foram questionadas sobre vários aspectos da vida e a relação com os entorpecentes. Daí veio a descoberta: a depressão foi o principal fator de risco para o abuso de substâncias químicas na gravidez. As participantes com o problema eram 2,6 vezes mais propensas a usar maconha e possuíam o dobro de chance de fumar cigarro e beber álcool. No geral, 1,9% das entrevistadas reportaram tomar bebidas alcoólicas na gestação, enquanto 16,2% cederam ao tabaco e 2,3%, à maconha. No entanto, os pesquisadores alertam que esses números devem ser maiores, porque o consumo era relatado pelas próprias voluntárias. Já a depressão foi diagnosticada em 6% do grupo.

Fonte: Abril Saúde

OMS alerta para surto de sarampo

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Em um relatório divulgado no dia 12 de agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que 364 808 casos de sarampo foram notificados de janeiro a julho de 2019, em 181 países. O número é quase três vezes maior do que o do mesmo período de 2018: na ocasião, foram 129 239 infecções. E fica pior: a entidade alerta que a quantidade de casos de sarampo provavelmente é bem maior do que o reportado no relatório. Estima-se que menos de um a cada dez episódios da doença são notificados para a OMS. Um cenário mais grave só foi observado em 2006. A África foi o continente com maior aumento de casos: 900% a mais! Os piores surtos no momento estão acontecendo em Angola, Camarões, Chade, Cazaquistão, Nigéria, Filipinas, Sudão e Tailândia. Apenas o sudeste da Ásia e a região das Américas tiveram uma redução nos episódios de 2018 para 2019, da ordem de 15%. Ainda assim, o Brasil segue sofrendo com essa encrenca: 907 casos foram confirmados entre 5 de maio e 3 de agosto, segundo o Ministério da Saúde. Eles estão concentrados em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

Fonte: Abril Saúde

 

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