Febre Amarela causa a morte de 14 pessoas

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Desde o dia 1º de janeiro, 14 pessoas morreram devido à febre amarela no Brasil. Doze delas estavam no estado de São Paulo. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde e foram contabilizados até o último 31 de maio. O ministério mudou a forma de contabilização dos dados de febre amarela. Até então, os boletins da doença somavam os casos notificados entre julho e abril do ano seguinte - período sazonal da doença, com um pico durante o verão. A assessoria de comunicação da pasta diz que a partir de agora os números serão referentes a janeiro e dezembro de cada ano, como já acontece para outras doenças. Dentre os 1.281 casos notificados ao governo, 913 foram descartados (71%). Foram contabilizadas 286 suspeitas (28%) de febre amarela que ainda estão sob investigação. Além de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, os estados do Pará, Rondônia, Bahia, Ceará, Sergipe, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal estão com casos ainda sob análise para possível confirmação.

Fonte: Bem Estar

Desequilíbrio intestinal pode causar câncer

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Alterações na microbiota podem contribuir para a propagação do tumor de mama, segundo cientistas americanos. Os especialistas provocaram um desequilíbrio nas bactérias que habitam o intestino de ratos com o câncer e observaram que os animais sofreram evolução mais acelerada das células doentes, em comparação a roedores com a flora intestinal saudável. As descobertas, publicadas na revista especializada Cancer Research, podem ajudar na construção de estratégias de combate ao tumor mais eficazes que as atuais. Um dos maiores desafios dos especialistas é prever se o câncer vai se espalhar para além das mamas, atingindo outras partes do corpo (metástase). Segundo os autores do estudo, esse fenômeno acontece precocemente por uma série de fatores. “Um deles é ter alto nível, no tecido, de células imunes chamadas macrófagos. Também há estudos que demonstraram que quantidades aumentadas de proteína colágeno no tecido levam ao aumento da metástase do câncer de mama”, explica ao Correio Melanie R. Rutkowski, professora assistente de microbiologia, imunologia e biologia do câncer da Universidade de Virgínia Câncer Center, nos Estados Unidos, e uma das autoras do estudo. Para a equipe de pesquisadores, os resultados poderão ajudar no desenvolvimento de terapias contra o câncer de mama, mas eles ressaltam que as investigações precisam ser aprofundas.

Fonte: Correio Braziliense

 

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