Nova DST preocupa médicos

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Ao lado da aids, HPV e sífilis, cresce o perigo de uma doença sexualmente transmissível (DST) não tão conhecida do público: a infecção pela bactéria Mycoplasma genitalium (Mg). O alerta integra as diretrizes de 2018 da Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH), e em diferentes estudos nos últimos anos, que reforçam aos especialistas a importância de um tratamento direcionado. Isso porque, quando os sintomas se apresentam (o que na maioria dos casos não acontece), a doença se assemelha a uma infecção por clamídia. Ao usar o mesmo tratamento, porém, os resultados não são eficazes, o que leva ao aumento no risco de uma resistência bacteriana. Os antibióticos usados no tratamento de outras doenças não funcionam com a M. genitalium porque ela é uma das menores bactérias encontradas no mundo e, portanto, não tem a parede celular – onde os medicamentos atuam. “A alguns antibióticos ela é muito resistente, outros é parcialmente resistente e há aqueles em que é praticamente resistente. E essa resistência vem crescendo, conforme os pesquisadores têm percebido nos estudos com as cepas do Mycoplasma”, Newton Sergio de Carvalho, médico ginecologista e obstetra do hospital Nossa Senhora das Graças e professor titular de Ginecologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Esse é o principal alerta.

Fonte: Tribuna do Paraná

Casos de sarampo e pólio aumentam no mundo

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Após uma queda em 2016, os casos registrados de sarampo e poliomielite aumentaram em 2017 em todo o mundo, segundo as estimativas de imunização mais recentes divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF. A baixa cobertura vacinal em alguns países contribuiu para a alta dos casos no último ano. A OMS faz um alerta de que estas doenças podem ser prevenidas com vacinas. E também ressalta que pode haver subnotificação dos casos, já que nem sempre os países conseguem informar dados precisos. Globalmente, 85% das crianças foram vacinadas com a primeira dose da vacina contra o sarampo no primeiro ano de vida, através dos serviços de saúde de rotina e 67% com uma segunda dose. Apesar disso, segundo o relatório, os níveis de cobertura permanecem bem aquém da cobertura de imunização contra o sarampo recomendada pela OMS, que é de pelo menos 95% para evitar surtos, evitar mortes evitáveis e alcançar metas de eliminação regional. Em 2017, a OMS chegou a emitir um alerta depois que os casos de sarampo aumentaram 400% na Europa. A maioria dos casos aconteceram na Ucrânia, Romênia e Itália.

Fonte: Bem Estar/G1

 

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