Poucas horas de sono afetam o coração

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As noites curtas de sono, ou as mal dormidas, estão relacionadas com o surgimento de placas nas artérias que dão origem a doenças cardiovasculares. No entanto, um estudo publicado recentemente na American College of Cardiology, mostra pela primeira vez que este efeito não é exclusivo das artérias. Segundo os cientistas, o efeito abrange não só as artérias como também a rede das veias por todo o corpo, aumentando o risco de doenças circulatórias, acidentes vasculares cerebrais, problemas digestivos e doenças cardiovasculares. “Este é o primeiro estudo que mostra objetivamente que o tempo de sono está associado à aterosclerose [espessamento interno das veias devido à formação de placas] em todo o corpo”, afirmou o coordenador da investigação, José Ordovás, da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos. Os investigadores deram aos participantes um dispositivo que registava a qualidade do sono e, durante uma semana, mediram o número de horas que dormiam em cada noite, o número de vezes que acordavam e as mudanças entre as várias fases do sono. Depois de analisarem todos estes dados, os cientistas dividiram os participantes em quatro grupos, de acordo com a duração do seu período de sono: menos de seis horas; sete a oito horas e mais de oito horas. Todos realizaram ecografias ao coração e tomografias computorizadas no início e no fim do estudo, para efeitos de comparação.

Fonte: ZAP

Cientistas transformar células cancerígenas em gordura

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Imagine que é possível converter células cancerígenas agressivas em células de gordura inofensivas. Cientistas na Suíça conseguiram fazê-lo em ratos. Aproveitando a “plasticidade”, ou adaptabilidade, de certas células cancerígenas durante a metástase, os investigadores conseguiram persuadir células de cancro de mama em ratos a tornarem-se em células de gordura. Os cientistas fizeram-no usando uma combinação de duas drogas, ambas já aprovadas para uso em humanos pela Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos. O tratamento não converteu todas as células cancerígenas em células adiposas, mas interrompeu a metástase do câncer, isto é, as células não se espalharam para outras partes do corpo. O trabalho é muito preliminar e ainda não se sabe se as descobertas serão aplicadas a pessoas ou a outros tipos de cancro. Mas como o estudo usou duas drogas já aprovadas pela FDA, “pode ser possível” que as descobertas também se apliquem a humanos, escreveram os investigadores no artigo, publicado em 14 de janeiro na revista Cancer Cell.

Fonte: ZAP

 

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