Cuidar da pele desde cedo ajuda a prevenir doenças

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É normal pensar em tratamento, mas algo que dá muito mais resultado é a prevenção. Por isso, começar desde muito cedo a criar uma rotina de cuidados com a pele é o ideal. Segundo a dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia, quando o paciente começa cedo a ter essa preocupação e seguir a rotina skincare, ele está plantando uma boa semente. “É como se ele estivesse fazendo a poupança em saúde para a sua pele. É muito importante que a gente evite que os sinais apareçam ou que retardamos o aparecimento desses sinais por meio da proteção da pele. E começar a fazer um trabalho, onde começamos a criar uma rotina de cuidados e de orientações desse paciente jovem, para que ele não tenha os primeiros danos estruturais, ocorrendo precocemente em sua pele”, afirma a médica. Para cuidar da pele nesta época da vida, é essencial focar em hidratação, controle da oleosidade, brilho excessivo e acne, de acordo com a farmacêutica Mika Yamaguchi, diretora científica da Biotec Dermocosméticos. Ela ainda destaca que a hidratação deve ser realizada sempre e em todas as fases da vida. A especialista em ativos Mika Yamaguchi afirma que existem ativos que ajudam a manter o equilíbrio da pele, além de deixá-la ainda mais bonita.

Fonte: Portal Nacional Seguros

Pesquisa mostra que cura da diabetes tipo 1 pode estar próxima

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A diabetes tipo 1 é uma forma genética de diabetes que tem uma causa curiosa: o sistema imunológico entende células do pâncreas como "invasoras" e, por isso, as ataca. Um dos grandes desafios da ciência na área, assim, é tentar descobrir que tipo de tratamento pode prevenir esse ataque indevido. Muitas iniciativas estão em curso. Uma delas foi publicada na "Nature Communications" e mostrou potencial para, de fato, prevenir os sintomas da doença em cobaias e apontar para uma possível cura da condição. O estudo teve a coordenação do Centro Andaluz de Biologia Molecular e Medicina Regenerativa, em Sevilha (Espanha). Pesquisadores desenvolveram uma droga que impede que o sistema imune ataque as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. A insulina, por sua vez, é um hormônio envolvido no aproveitamento da glicose pelas células. Sem a insulina, pacientes ficam com muito açúcar no sangue, condição tóxica para o organismo, que pode levar à cegueira e a amputação das pernas. Trata-se de uma pesquisa experimental, feita em animais. A chegada desse tratamento aos pacientes pode levar alguns anos e é possível também que cientistas não observe os mesmos efeitos benéficos em pessoas.

Fonte: G1

 

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